domingo, 1 de agosto de 2010
Fuga
Eu procuro sempre, o que está fora do meu alcance.
Eu quero sempre o que não é pra minha idade.
Não deixo ninguém me dar o último lance.
E não abro mão da minha liberdade.
Eu quero sempre o que não é pra minha idade.
Não deixo ninguém me dar o último lance.
E não abro mão da minha liberdade.
Desajustados
Quando chega a zona perigosa.
Não hesitamos em continuar,
pois no perigo é que mora, a verdadeira diversão.
Desajustados. Até podemos ser,
mas não gostaríamos de ser como vocês.
Estamos apenas procurando,
alguma coisa pra fazer.
Longe dessas pessoas ‘normais’, longe das suas vidas medíocres.
E é assim que pretendemos viver,
não sendo como você.
por que nós estamos apenas procurando, alguma coisa pra fazer.
Não hesitamos em continuar,
pois no perigo é que mora, a verdadeira diversão.
Desajustados. Até podemos ser,
mas não gostaríamos de ser como vocês.
Estamos apenas procurando,
alguma coisa pra fazer.
Longe dessas pessoas ‘normais’, longe das suas vidas medíocres.
E é assim que pretendemos viver,
não sendo como você.
por que nós estamos apenas procurando, alguma coisa pra fazer.
Dentro da Caixa
Não faço o que quero.
Nem sei o que quero.
Estamos presos, para nossa ‘proteção’.
Não sobreviveríamos a um mundo sem ignorância.
Eles nos dizem o que pensar, fazer, dizer, amar e odiar.
Não suporto todo esse ‘controle’.
Vou sair desta caixa.
Preciso respirar, cansei deste mundo artificial.
Pra eles sou um louco.
Mas, se pra sair daqui, eu tenho que ser louco,
abro mão da minha sanidade.
Nem sei o que quero.
Estamos presos, para nossa ‘proteção’.
Não sobreviveríamos a um mundo sem ignorância.
Eles nos dizem o que pensar, fazer, dizer, amar e odiar.
Não suporto todo esse ‘controle’.
Vou sair desta caixa.
Preciso respirar, cansei deste mundo artificial.
Pra eles sou um louco.
Mas, se pra sair daqui, eu tenho que ser louco,
abro mão da minha sanidade.
Arte Esquizofrênica
No primitivo, no instintivo, no bruto.
Explorar a essência, tirar a alma e descobrir
a beleza do infantil, do bizarro,
daquilo que muitas vezes parece loucura.
Esquecer o superficial.
Amar o nada,
Desprender-se dos padrões.
Gritar palavras de amor,
E sussurrar palavrões!
Grita uma voz rouca,
do submundo subversivo.
Explorar a essência, tirar a alma e descobrir
a beleza do infantil, do bizarro,
daquilo que muitas vezes parece loucura.
Esquecer o superficial.
Amar o nada,
Desprender-se dos padrões.
Gritar palavras de amor,
E sussurrar palavrões!
Grita uma voz rouca,
do submundo subversivo.
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